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10 Frases que você nunca deve dizer em um telefonema
Como atrair compradores para sua loja virtual
Diego Manson | 13:31 | Empreendedorismo
“Negócios pequenos normalmente não dispõe de uma verba muito grande para comunicação. Na verdade, divulgação é a alma do negócio. É preciso pensar muito bem num plano de divulgação, afinal de contas, você precisa de clientes que chamem clientes”, explica Claudia. A publicitária diz ainda que a internet é a principal aliada para as pequenas empresas. “Além de divulgar em redes sociais, a saída é fazer parcerias com blogueiros e outros sites. Fizemos um trabalho grande com diversas blogueiras e demos produtos para elas sortearem em seus sites. Tivemos uma repercussão muito grande, afinal de contas, é exatamente o público que estamos lidando. Você pode não ter muito dinheiro para investir em comunicação, mas certamente tem produto. Use isso como sua moeda de troca”, conta Cláudia. Outra dica da publicitária é equilibrar a comunicação com seu estoque, “horizontalizando e verticalizando ao mesmo tempo”.
A especialista em e-commerce e fundadora do E-Vision Consulting, Solange Oliveira lista 5 grandes grupos de marketing para lojas virtuais:
“Destaco duas dessas iniciativas: o programa de afiliados e o e-mail marketing. O primeiro, se bem alinhado com um plano de mídia pode trazer ótimos resultados. Conheça bem para quem você vende e a concorrência. Agora, não podemos confundir e-mail marketing com spam. Enviar e-mail aos montes pode ser mortal para seu negócio. Selecione bem sua lista de contatos e envie promoções e dicas interessantes para eles”, aconselha Solange, mais conhecida como e-commerce girl.
“80% do seu investimento num comércio eletrônico tem que ser para divulgação. Boa parte dos anúncios são feitos no modelo pay per click, ou seja, você paga quando clicarem. Volto a dizer que é necessário alinhar seu estoque e comunicação, ter modelos, tamanhos e cores disponíveis”, alerta e aconselha Cláudia.
Como você viu, ter uma loja virtual não é tão simples quanto parece. É necessário organização, um plano de negócios e comunicação, jogo de cintura e dedicação.
Clientes
Um estudo realizado pela e-bit mostrou que o e-consumidor está cada vez mais seguro e confiante em realizar compras via web. O índice de satisfação dos consumidores brasileiros com o comércio virtual atingiu 86% no primeiro semestre deste ano. Dos entrevistados no estudo, 86% disseram que apenas olharam alguns itens e saíram da loja, não chegando a começar o processo compra. Já 14% disseram que deram inicio ao processo de compra, mas acabaram não concluindo o procedimento.
Esse tipo de comércio possibilita você ter uma carta de clientes muito mais específica e detalhada em razão da quantidade de dados que ele te fornece no cadastro. Seja inteligente ao usar essas informações. Dê desconto em épocas de aniversário, mantenha contato com ele para saber de sua satisfação com relação ao produto e pergunte sobre o que ele gostaria de incluir na loja. Os clientes são um ótimo termômetro para loja, possibilitando assim um melhor aprimoramento do serviço. Se existir também uma loja física, convide-o para conhecer essa loja, promova encontros com seus clientes e esteja sempre aberto e preparado para solucionar problemas e reclamações.
Nunca se esqueça dos direitos e deveres do consumidor virtual. Falamos na semana passada sobre isso, mas é importante lembrar que o Idec – Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor criou diretrizes do comércio eletrônico (veja aqui) que devem ser muito bem entendidas pelas pessoas que trabalham em sua loja.
No Grátis e Melhor você encontra diversos modelos gratuitos de planilhas e documentos para tornar seu dia-a-dia menos complicado.
Fonte.: Pensando grande
Como diminuir custos de comunicação com ferramentas gratuitas
Diego Manson | 13:23 | Empreendedorismo
O mundo agora é 2.0, as empresas precisam estar atentas à esta realidade, por isso, buscam, cada vez mais, soluções para dinamizar seus processos de comunicação. Uma premissa fundamental para que essas soluções sejam de fato benéficas para as pequenas e médias empresas é que o custo seja acessível.
Um exemplo de PME que utiliza o Windows Live Messenger como ferramenta de trabalho colaborativo em suas atividades é a empresa Quickly Travel, que utiliza o Messenger para comunicação entre colaboradores e clientes e assim consegue ter uma troca de informações mais rápida e eficiente. De acordo com Manami Fomioka, presidente da Quickly Travel, a redução nos custos de telefonia já chega a 30%. Os funcionários utilizam e-mails corporativos em suas contas no Messenger, assim a ferramenta é utilizada exclusivamente para uso profissional.
Na opinião de Roberto Prado, gerente de Estratégias de Mercado da Microsoft , a comunicação nas empresas vai além de produto e tecnologias que a facilitem, pois ela é feita por pessoas. “O problema hoje não é tecnologia, mas sim como as pessoas a utilizam. É preciso educar as pessoas”, avalia o especialista. Manami concorda com Prado e garante que o sucesso da utilização do MSN em sua empresa é fruto de um trabalho de conscientização e educação de seus funcionários: “O mais importante é criar uma cultura empresarial. Temos uma equipe consciente do uso do Messenger na empresa”, avalia a empresária.
Para saber mais sobre como utilizar o Messenger, ferramenta totalmente gratuita da Microsoft, otimizar os processos de comunicaçãona sua empresa e reduzir os gastos com telefonia, assista ao vídeo abaixo.
As 3 melhores maneiras de nogociar
Diego Manson | 05:16 | Empreendedorismo
P: Steve, trabalho para uma empresa pequena e quero negociar um aumento com o proprietário em breve. Ajude-me! Eu não sei negociar! – Anna
R: Como advogado “em recuperação”, deixe-me primeiramente dizer que um dos motivos pelos quais advogados são chamados para negociações de acordos (que muitas pessoas poderiam fazer sozinhas) é um fato essencial: as negociações são um jogo.
Depois que você descobre que é tudo um jogo – com regras, estratégias, táticas, vencedores e perdedores –, negociar se torna mais fácil porque você tira um pouco da emoção da situação.
É claro que você quer vencer. Veja como fazer isso:
1: Escolha uma estratégia
Antes de negociar, decida se quer usar uma estratégia com vantagens para os dois lados ou com vantagens só para um lado.O bom senso convencional nos negócios é todo mundo se esforçar para um resultado com vantagens para os dois lados, em que você consegue a maior parte do que quer ajudando o outro lado a conseguir a maior parte do que ele quer. Quando funcionam, as negociações com vantagens para os dois lados são ótimas porque todos se sentem bem com o processo e restam poucos ressentimentos.
Porém, às vezes, esse tipo de resultado não é possível ou não é o preferido. É quando a estratégia com vantagens só para um lado faz sentido: tente conseguir o que quer e não se preocupe se chatear as outras pessoas.
De qualquer forma, depois de decidir qual estratégia é a melhor para você, o próximo passo é fazer sua lição de casa. O quanto mais você souber sobre os pontos fortes e fracos do outro lado, maiores serão suas chances de conseguir o que quer. Por exemplo:
- Se você souber que será difícil o seu chefe conseguir uma promoção para você, pense em negociar outro acordo.
- Se você for negociar uma locação, saber que o imóvel está vazio há um ano pode ser uma informação muito valiosa.
Por isso, comece fazendo a sua lição de casa e decida qual estilo quer usar.
2. Prepare as táticas
Há momentos em que ter algumas táticas prontas pode fazer uma boa diferença. Aqui estão algumas que você deve levar em consideração:
Evite fazer a primeira oferta: Sim, faz parte dos princípios básicos das negociações, mas não faz mal repetir porque é muito importante. Se você pede um aumento para R$ 20,00 por hora e seu chefe estava disposto a pagar R$ 23,00, você não consegue os R$ 23,00 porque fez a primeira oferta.
Se for forçado a fazer a primeira oferta, seja escandaloso: “bem, não sei o que seria melhor para você. Eu gostaria de receber R$ 50,00 por hora!”
Peça mais do que você quer: Isso é bastante difícil para pessoas que não gostam de negociar, mas, se você enxergar a situação como um jogo, pedir mais não será tão difícil. Ele vai oferecer menos. O jogo começou!
O gesto amigável: Especialmente em negociações com vantagens para os dois lados, essa tática pode ser eficaz. A ideia é fazer um gesto generoso para que a outra pessoa sinta vontade de ajudá-lo. Pense no que você pode oferecer ao outro lado que seja útil para ele e use como incentivo.
Por exemplo, talvez seu chefe esteja com pouco tempo sobrando (como a maioria dos donos de pequenas empresas). Pense em oferecer maneiras de aliviar a carga de trabalho dele. Por exemplo, você pode aprender um novo software e ensinar para todo mundo. Ou que tal assumir um pouco da contabilidade? Há meios de tornar essa tarefa fácil e poucos donos de pequenas empresas gostam dela.
A questão é que uma oferta gentil pode ser valorizada e recompensada.
Criatividade: Talvez o seu chefe não possa pagar o aumento que você quer. Nesse caso, seja criativo. O que mais você pode conseguir dele para compensar isso? Talvez ele possa oferecer mais folgas ou pagar um vale-transporte. Não custa perguntar.
Não se mostre muito interessado: Você ganha vantagem quando parece que você pode aceitar ou não a negociação. É mais fácil falar do que fazer, mas é verdade.
A pista falsa: Se fingir que realmente quer folgas nas sextas-feiras (quando, na verdade, pouco se importa), você pode ganhar a chance de propor um acordo, “abrir mão” dessa pista falsa para agradar o outro lado e, ainda assim, manter o que você quer de verdade (mais dinheiro) sem parecer uma má pessoa.
3. Finalize
Às vezes, conseguir um acordo exige um empurrãozinho.
A explosão calculada: Talvez não seja útil com um chefe, mas, em outras negociações, “explodir” e, depois, “se acalmar” geralmente faz com que as pessoas tenham mais cuidado com o que oferecem.
A disposição para ir embora: Mais uma vez, a disposição para ir embora sem fechar um acordo é a arma mais poderosa que você tem.
7 Dicas para reduzir custos
Diego Manson | 05:14 | Empreendedorismo
Mesmo em um bom momento da sua empresa, reduzir custos é importante, afinal, menos gastos, mais lucros. Por isso reunimos dicas práticas para o pequeno empresário aplicar em seu negócio. As orientações são do autor do best seller norte-americano Dobre seus lucros, Bob Fifer, e foram selecionadas pelo Blog dos Empreendedores. Claudio de Castro, colunista do blog Sobre Administração, também contribuiu com as dicas deste artigo.
1. Atenção aos fornecedores
Para o autor de Dobre seus lucros, a melhor maneira de começar a diminuir as despesas é negociar na hora das compras, e dimensionar qual o volume que será comprado e estocado. Isso permite mais rapidez de giro e é essencial para manter o caixa equilibrado. Deixar as negociações nas mãos somente dos encarregados das compras é um erro.
Para evitar comprar equivocadas mantenha suas necessidades organizadas, saiba quando e quanto você precisa de cada material, veja neste post como fazer isso de maneira prática e fácil no Excel. (INSERIR LINK FORMATAÇÃO CONDICIONAL)
2. É preciso ter um chato, eleja um vilão
O autor afirma que não é possível avaliar gastos sem alguém assumir o papel de ‘chato’. Cabe ao empresário definir quem será: o presidente da empresa, um funcionário escolhido para fazer isso, ou até um consultor especialmente contratado para a função. Essa pessoa fará o trabalho de avaliar minuciosamente o custo de cada operação e cada item comprado, principalmente aqueles com maior volume, e definir limites aos preços cobrados pelos fornecedores.
3. Faça cotações ou organize concorrências
Neste quesito os dois especialistas concordam, é preciso utilizar instrumentos para alcançar o melhor preço. Para Castro, a importância de fazer cotações sempre antes de comprar é muito clara: “por menor que seja a diferença, ela significará dinheiro!”.
Já Fifer indica cotações quando a empresa for os itens que pesam em seu caixa. A estratégia é promover uma concorrência entre os fornecedores pelo menos uma vez por ano. E o pulo do gato: “se você simplesmente disser a cada um deles que está fazendo uma concorrência, o efeito é o mesmo”.
4. Evite reuniões fora da empresa
Reuniões externas demandam um gasto na maior parte das vezes desnecessário. Além disso, afastam funcionários das atividades mais produtivas.
Utilize a tecnologia para cortar custos com reuniões externas e viagens, conheça a história de uma agência de viagens que cortou 30% dos seus custos com telefonia utilizando o MSN, clique aqui para ler. Veja também uma solução prática e hospedada na nuvem que pode ajuda-lo a realizar reuniões online: Microsoft Office Live Meeting. Com ele suas reuniões remotas contam com recursos como áudio, vídeo, apresentações, questionários, pesquisa entre outros.
5. Estude a terceirização
Para Castro a terceirização é uma opção para tudo aquilo que está fora de sua competência. “Sua empresa possui uma competência essencial, ou seja, aquilo que é o real negócio dela, isto você nunca deve ser terceirizado”, destaca.
6. Cobre juros
Seus clientes fazem pagamentos dentro do prazo? Nem sempre, e muitas vezes o prejuízo é arcado por você. “Caso não consiga deixar de financiar seus clientes, então não faça isto de graça, cobre juros. Seu dinheiro não pode ficar em sua organização sem conseguir gerar receita”, explica.
7. Mantenha a informação acessível
Situações como demora para encontrar uma planilha, enviar um orçamento ou responder a um cliente prejudicam sua empresa. Por isso Castro dá a dica: “quanto menor o tempo gasto por seus funcionários para procurar uma informação, maior o tempo dele para fazer outras tarefas e melhorar a produtividade”.
A empresa Gold Max Transportes sabe bem o valor desta dica, especializada em transportar leite in-natura, qualquer falha ou atraso na comunicação pode resultar em prejuízo. Veja aqui como a empresa acabou com seus problemas de informações desencontradas e comunicação.
Gostou das dicas? Colabore com o Pensando Grande e ajude outros empresários, conte-nos qual a estratégia que você utiliza na sua empresa para cortar custos!
Cinco estratégias para moivar seus fucionários
Diego Manson | 05:09 | Empreendedorismo
Benjamin, Nebraska.
R: Embora John Gray afirme que “os homens são de Marte e as mulheres são de Vênus”, eu acho que ele está errado. Eu digo que empregadores são de Marte e funcionários são de Vênus. Somos espécies diferentes. As diferenças entre os dois aparecem com mais nitidez quando se trata de motivação. Na verdade, as coisas que motivam proprietários e gerentes são diferentes das que motivam funcionários e equipes. Pense nisto:
Portanto, isso significa que é impossível motivar funcionários e conseguir que eles tomem a iniciativa? De jeito nenhum.
É claro que o dinheiro sempre motiva as pessoas. Mas nem preciso dizer isso para os leitores que frequentam o Centro de pequenas empresas da Microsoft. Vocês já sabem disso. Em vez disso, quero focar outras motivações. A chave é entender a mente dos funcionários e usá-la a seu favor. Portanto, a primeira coisa a fazer é perceber que a solução não será a mesma para todos. Funcionários diferentes têm personalidades, habilidades, objetivos e necessidades diferentes. O seu trabalho e descobrir o que funciona para cada um e explorar isso. Sim, isso vai consumir tempo e não é necessariamente fácil, mas funciona.
Aqui estão as minhas cinco melhores maneiras (sem dinheiro) de motivar funcionários:
1. Ofereça treinamentos
Uma coisa que os funcionários querem, especialmente os mais novos, é a capacidade de melhorar ou acrescentar habilidades. Oferecer treinamento como bônus por um trabalho bem feito é bom para os dois lados.
- Deixa os funcionários felizes porque eles melhoram o seu currículo.
- Você também fica feliz porque eles podem oferecer mais habilidades para a sua empresa.
O tipo de treinamento que você pode oferecer depende do tipo de empresa que você tem, mas treinamentos em computação e softwares ou cursos de tecnologia estão entre os mais desejados pelos jovens funcionários atualmente. Funcionários mais velhos gostam de aulas de tecnologia também, juntamente com cursos de planejamento financeiro.
Você pode oferecer treinamentos internos ou enviar seus funcionários para centros de cursos externos. Ou você pode oferecer treinamentos por vídeo ou pela internet. O que importa é que você vincule o treinamento ao desempenho em algum trabalho. Acredito de verdade que é mais fácil conseguir resultados com gentileza e motivação do que com agressividade e castigos.
2. Peixe
Toda empresa tem uma cultura. Algumas, por planejamento, a maioria, naturalmente. Geralmente, a cultura baseia-se na personalidade e nos valores do dono e dos administradores. Qual é a sua cultura? Se não for inspirar a motivação – ou se não for agradável e composta por trabalho duro, diversão e pessoas dedicadas – você tem trabalho a fazer.
Três autores – Stephen C. Lundin, Harry Paul e John Christensen – escreveram um excelente livro chamado “Peixe!”, que explica como transformar um local de trabalho desanimador (e a cultura empresarial por trás dele) em uma casa de força produtiva e divertida. Como eles escreveram, “as pessoas querem muito levar sua personalidade apaixonada e autêntica para o trabalho. Infelizmente, os seus trabalhos não deixam”. O livro explica que, concedendo mais liberdade às pessoas para expressarem sua alegria e seus talentos no trabalho, elas ficarão mais motivadas e a cultura da empresa poderá ser transformada.
3. Reconhecimento
O reconhecimento positivo é um dos mais poderosos fatores de motivação no trabalho. A valorização sincera de um trabalho bem feito vai longe. Recompensas criativas, como vale-presentes, uma tarde de folga, uma vaga especial no estacionamento, uma massagem, uma partida de golfe, um novo título ou uma menção no informativo da empresa são apenas algumas formas de recompensar os funcionários.
4. Políticas criativas
Diversas políticas criativas podem ser usadas para guiar as pessoas na direção certa: Horário flexível, trabalho em casa ou divisão de tarefas, por exemplo.
5. Ouça e aja
Muitos funcionários acham que seus conhecimentos não são ouvidos nem valorizados. Uma cultura que incentiva respostas aos comentários e ao desempenho dos funcionários faz com que as pessoas se sintam queridas e compreendidas. Porém, ouvir não é o bastante. Você também precisa tomar atitudes com as sugestões dadas se quiser que seus funcionários se sintam mais motivados. Benefício colateral: sua empresa vai melhorar.
A questão é que, colocando o dinheiro de lado, um pouco de criatividade pode ajudar bastante a motivar os funcionários.
Steve Strauss é especialista em pequenas empresas, colunista do USA Today e autor do livro Small Business Bible
Cinco estratégias para moivar seus fucionários
Diego Manson | 05:09 | Empreendedorismo
Benjamin, Nebraska.
R: Embora John Gray afirme que “os homens são de Marte e as mulheres são de Vênus”, eu acho que ele está errado. Eu digo que empregadores são de Marte e funcionários são de Vênus. Somos espécies diferentes. As diferenças entre os dois aparecem com mais nitidez quando se trata de motivação. Na verdade, as coisas que motivam proprietários e gerentes são diferentes das que motivam funcionários e equipes. Pense nisto:
Portanto, isso significa que é impossível motivar funcionários e conseguir que eles tomem a iniciativa? De jeito nenhum.
É claro que o dinheiro sempre motiva as pessoas. Mas nem preciso dizer isso para os leitores que frequentam o Centro de pequenas empresas da Microsoft. Vocês já sabem disso. Em vez disso, quero focar outras motivações. A chave é entender a mente dos funcionários e usá-la a seu favor. Portanto, a primeira coisa a fazer é perceber que a solução não será a mesma para todos. Funcionários diferentes têm personalidades, habilidades, objetivos e necessidades diferentes. O seu trabalho e descobrir o que funciona para cada um e explorar isso. Sim, isso vai consumir tempo e não é necessariamente fácil, mas funciona.
Aqui estão as minhas cinco melhores maneiras (sem dinheiro) de motivar funcionários:
1. Ofereça treinamentos
Uma coisa que os funcionários querem, especialmente os mais novos, é a capacidade de melhorar ou acrescentar habilidades. Oferecer treinamento como bônus por um trabalho bem feito é bom para os dois lados.
- Deixa os funcionários felizes porque eles melhoram o seu currículo.
- Você também fica feliz porque eles podem oferecer mais habilidades para a sua empresa.
O tipo de treinamento que você pode oferecer depende do tipo de empresa que você tem, mas treinamentos em computação e softwares ou cursos de tecnologia estão entre os mais desejados pelos jovens funcionários atualmente. Funcionários mais velhos gostam de aulas de tecnologia também, juntamente com cursos de planejamento financeiro.
Você pode oferecer treinamentos internos ou enviar seus funcionários para centros de cursos externos. Ou você pode oferecer treinamentos por vídeo ou pela internet. O que importa é que você vincule o treinamento ao desempenho em algum trabalho. Acredito de verdade que é mais fácil conseguir resultados com gentileza e motivação do que com agressividade e castigos.
2. Peixe
Toda empresa tem uma cultura. Algumas, por planejamento, a maioria, naturalmente. Geralmente, a cultura baseia-se na personalidade e nos valores do dono e dos administradores. Qual é a sua cultura? Se não for inspirar a motivação – ou se não for agradável e composta por trabalho duro, diversão e pessoas dedicadas – você tem trabalho a fazer.
Três autores – Stephen C. Lundin, Harry Paul e John Christensen – escreveram um excelente livro chamado “Peixe!”, que explica como transformar um local de trabalho desanimador (e a cultura empresarial por trás dele) em uma casa de força produtiva e divertida. Como eles escreveram, “as pessoas querem muito levar sua personalidade apaixonada e autêntica para o trabalho. Infelizmente, os seus trabalhos não deixam”. O livro explica que, concedendo mais liberdade às pessoas para expressarem sua alegria e seus talentos no trabalho, elas ficarão mais motivadas e a cultura da empresa poderá ser transformada.
3. Reconhecimento
O reconhecimento positivo é um dos mais poderosos fatores de motivação no trabalho. A valorização sincera de um trabalho bem feito vai longe. Recompensas criativas, como vale-presentes, uma tarde de folga, uma vaga especial no estacionamento, uma massagem, uma partida de golfe, um novo título ou uma menção no informativo da empresa são apenas algumas formas de recompensar os funcionários.
4. Políticas criativas
Diversas políticas criativas podem ser usadas para guiar as pessoas na direção certa: Horário flexível, trabalho em casa ou divisão de tarefas, por exemplo.
5. Ouça e aja
Muitos funcionários acham que seus conhecimentos não são ouvidos nem valorizados. Uma cultura que incentiva respostas aos comentários e ao desempenho dos funcionários faz com que as pessoas se sintam queridas e compreendidas. Porém, ouvir não é o bastante. Você também precisa tomar atitudes com as sugestões dadas se quiser que seus funcionários se sintam mais motivados. Benefício colateral: sua empresa vai melhorar.
A questão é que, colocando o dinheiro de lado, um pouco de criatividade pode ajudar bastante a motivar os funcionários.
Steve Strauss é especialista em pequenas empresas, colunista do USA Today e autor do livro Small Business Bible
Como usar o Excel para fazer uma análise de sua empresa
Diego Manson | 05:04 | Empreendedorismo
Você sabe qual a real situação de sua empresa? Muitas vezes a gestão pode estar prejudicada pela falta de informações. Se você não tem dados estruturados disponíveis muitas vezes decisões são tomadas de maneira errada. Nas grandes empresas equipes de profissionais dedicam-se a analisar as diversas áreas em tempo integral, mas para o pequeno empresário tamanha dedicação não é viável. A falta de tempo não pode ser uma desculpa para deixar de estudar sua empresa. O período dedicado a analisar seu negócio pode prevenir que decisões equivocadas atrapalhem seu crescimento, informações estruturadas o ajudam a melhorar a gestão e colher frutos positivos.
Como começar
Fluxo de caixa, controle de estoque, vendas, orçamentos – você pode fazer um controle de diversas áreas de sua empresa com uma ferramenta que você provavelmente já tem: o Excel. As possibilidades são muitas, você pode fazer o download gratuito de planilhas já formatadas no portal Grátis e Melhor. Uma dica prática potencializar a análise de sua empresa é aproveitar os recursos do Excel 2010, clique aqui e baixe gratuitamente uma versão para experimentar o Office 2010.
Com o recurso de formatação condicional, você poderá identificar rapidamente as variações em uma faixa de valores – relativos a vendas, orçamentos, saída de produtos ou faturamento, por exemplo. As cores apontam os valores altos, médios e baixos. É possível também inserir ícones para facilitar a visualização.
Em alguns clique é possível ativar o recurso, acompanhe o passo a passo:
1. Selecione os dados a serem analisados.
2. Na guia Página Inicial, no grupo Estilos, clique na seta ao lado de Formatação Condicional e, em seguida, clique em Escalas de Cor ou Conjunto de Ícones.
3. Passe o mouse sobre as escalas de cores ou ícones para visualizar os dados com formatação condicional aplicada.
Confira o vídeo abaixo e veja como é fácil!
Defina as metas de sua empresa para 2011
Diego Manson | 05:01 | Empreendedorismo
O que você quer de 2011? Mais clientes, aumentar seu faturamento ou ter mais tempo para a família? Quando o final do ano se aproxima começamos a fazer planos e estabelecer metas para vida pessoal e também para a empresa, o problema é que muitas delas ficam esquecidas e os planos são abandonados na correria do dia a dia. Por isso é preciso dedicar um tempo para o planejamento e estabelecer processos para que este esquecimento não aconteça.
Que tal aproveitar o novo ano que se aproxima para colocar em prática algumas dicas? O Pensando Grande conversou com a psicóloga Regina Silva, especialista em desenvolvimento e diretora do Centro de Treinamentos Gyraser.
Como o pequeno empresário deve definir metas para o próximo ano? Quais as melhores técnicas para definir metas adequadas e não cair na armadilha de criar expectativa difícil de alcançar?
O ideal é reservar um período para pensar sobre seus sonhos para sua empresa dele. E assim começar a pensar nas metas de longo prazo (10 anos) nesse momento estamos falando do que você idealiza para sua empresa. Aonde quer chegar? O que quer possuir? Como ele idealiza o negócio?
Após responder estas perguntas, o empresário pode começar a elaborar as metas de médio prazo (daqui a 5 anos) nesse momento nós pensamos sobre o que já poderíamos ter feito pra chegar as metas de longo prazo. Por exemplo: imagine que como meta de longo prazo o empresário queira manter o negócio, mas também já ter aberto uma filial. Como meta de médio prazo seria ideal que o negócio dele estivesse estruturado para suportar a criação de uma filial.
Agora começamos a pensar nas metas de curto prazo (para dez/2011). E aqui o empreendedor deve se fazer algumas perguntas como:
O que é preciso fazer no próximo ano para chegar a esta meta de médio prazo?
Como está a minha empresa nesse momento? Saiba como fazer um diagnóstico completo de sua empresa.
O que seria viável e ao mesmo tempo desafiante para este próximo ano? Seria estruturar a empresa?
O que é preciso para estruturar a empresa?
Contratar quantas pessoas?
Nesse momento ele pode definir o que quer conquistar no próximo ano. Após definir a meta, fazer algumas perguntas como:
O que eu realmente desejo alcançar?
É possível ou estou colocando uma meta tão desafiante que não conseguirei cumprir?
Qual será o meu prazo para a realização desta meta?
Quais as evidências que eu terei de que cumpri realmente esta meta?
Quais serão os passos que darei para cumprir esta meta?
Escreva os passos que realmente precisa dar durante o ano para realizar sua meta e para cada passo definir a data em que terá cumprido este passo.
Confira no portal Grátis e Melhor planilhas que o ajudarão a fazer o planejamento e acompanhando das metas de sua empresa!
Após as metas definidas, quais os passos para não deixar que a correria do dia a dia as deixe cair no esquecimento?
Definir uma data semanal ou mensal para fazer o acompanhamento das metas. Avaliar se realmente está conseguindo cumprir as metas, se é necessário fazer algum ajuste. Uma dica é colocar as metas em um lugar de fácil acesso para ter sempre a oportunidade de ler e acompanhar.
Quais as dicas para quem tem dificuldades em seguir planejamentos?
Assim como tudo na vida, planejar é um exercício que exige disciplina e dedicação. O ideal seria que ao fazer um planejamento o empresário buscasse alguém para dar suporte. Pode ser um amigo, um coaching, a esposa (o). Pois, tendo alguém para dividir as dúvidas e fazer o acompanhamento junto, cria-se um comprometimento maior.
Após o 2°. ou 3°. ano fazendo o planejamento anual, como já se criou o hábito de fazer o acompanhamento, pode-se liberar o suporte. A dica para quem nunca fez, não consegue cumprir ou seguir o planejamento é: busque alguém para ajudá-lo nos primeiros 2 a 3 anos. Faça o planejamento com alguém que tenha conhecimento sobre as ferramentas de planejamento ou alguém que possa ajudá-lo nesse processo. Premie-se por estar cumprindo seus objetivos. Celebre cada conquista.
Qual a importância da motivação neste processo e como motivar os colaboradores de uma empresa?
A motivação é importantíssima. Sem ela dificilmente cumprimos nossas metas ou objetivos. Para motivar os colaboradores é necessário envolvê-los nesse processo. Reúna todos e busque que eles se incluam no planejamento. Divida seus sonhos, permita que eles possam se colocar e se incluir nesse sonho. Peça sugestões, crie responsabilidades e faça um acompanhamento mensal ou semanal, celebre com eles os sucessos obtidos. Transforme as metas da empresa em metas do grupo.
Como criar uma empresa produtiva
Diego Manson | 04:54 | Empreendedorismo
*Christian Barbosa
Um dos grandes fatores que implica diretamente na capacidade da empresa crescer e se tornar lucrativa são a gestão da sua produtividade. Empresas desorganizadas, bagunçadas e cheias de urgências tem a tendência a falhar, perder dinheiro, talentos e sair do ciclo de crescimento.
Desde que lançamos o programa Neotriad SMB, com foco em aumentar a produtividade de pequenas e médias empresas, é visível que independente do setor e do tamanho, a falta de métodos de produtividade se torna uma barreira para a empresa dar um próximo passo.
Assim, listo os três fatores que ajudam a mudar esse paradigma na empresa:
1 – Tudo começa com o Empreendedor
Empreendedores sem tempo, urgentes e ansiosos criam uma empresa urgente, sem tempo e cheia de profissionais ansiosos. Se o empreendedor não procurar iniciar uma mudança pessoal na forma como ele gerencia seu tempo e como conduz a empresa, não há milagre.
O empreendedor precisa dar um próximo passo na busca de aprender a gerenciar seu tempo, buscar modelos de gestão e produtividade para a empresa e ter persistência de aplicá-los e dar o exemplo no grupo. Todo empreendedor deveria ler sobre gestão de tempo, deveria ser tão obrigatório quanto ter um plano de negócios!
2 – Sua empresa tem Metas de verdade?
Apesar de ser o item mais comentado em qualquer cursinho de gestão, poucas empresas sabem definir bons objetivos, com planos de ações viáveis. Quando se fala em desdobrar a meta para a equipe é outra utopia. Existe muita intenção, mas pouca prática nesse assunto.
Eu tenho trabalhado um conceito em metas que chamei de BLACKHOLE (buraco negro), que na verdade é um ponto central de concentração de energia no universo, tão poderoso e focado que puxa tudo para dentro dele. Esse conceito aplicado a empresa é perfeito, ou seja, não precisa ter 10 metas, tenha uma única meta central, que alinha toda a sua estratégia e as suas outras metas. Leia mais sobre o assunto aqui:
http://blog.maistempo.com.br/2010/07/29/blackhole-qual-o-buraco-negro-da-sua-empresa/
3 – Check-Lists
Boa parte das urgências na empresa são geradas por esquecimentos, falhas de comunicação, tarefas não muito claras, falhas em processos, etc. Uma das formas mais simples e básicas de mudar esse padrão é a criação de simples “check-lists”, que dizem exatamente o que cada pessoa deve fazer para completar uma determinada atividade. Transforme suas principais urgências em “check-lists” e observe que elas vão migrar de urgente para importante.
Nos EUA, vários hospitais adotaram o padrão de “check-list” para seu corpo clínico evitar esquecimentos (tipo uma tesoura dentro do seu corpo). Inclusive em cirurgias os médicos têm de “ticar” se a atividade foi feita.
Repare que não falei de processos. Mapeamento de processos é a evolução do check-list, mas para a pequena e média empresa isso é tão utópico que quem tentou fazer, raramente terminou e quando terminam se torna tão complexo que não conseguem aplicar.
Empreendedor: é possível ter mais tempo para a empresa, para a família e para você viver. Não precisa se matar para fazer a empresa crescer. O problema não é a falta de tempo, mas é como você tem usado seu tempo. Parta desse princípio, busque mais informações e tenha uma nova era na sua empresa e na sua vida!
Use seu tempo com muita sabedoria e até uma próxima oportunidade.
*Christian Barbosa – Maior especialista no Brasil em administração de tempo e produtividade, é fundador da Triad PS, empresa multinacional especializada em programas e consultoria na área de produtividade, colaboração e administração do tempo. Ministra treinamentos e palestras para as maiores empresas do país e da Fortune 100. Autor dos livros A Tríade do Tempo e Você, Dona do Seu Tempo, Estou em Reunião e co-autor do Mais Tempo, Mais Dinheiro.
Christian Barbosa é leitor do Blog Pensando Grande e contribuiu com este artigo. Se você também tem uma história para contar ou quer dar sua opinião, entre em contato com o Pensando Grande, a ‘Voz do Empreendedor’ é um espaço para nossos leitores. As opiniões expressas no artigo são de responsabilidade do autor.